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domingo, 30 de maio de 2010

Absoluto

Não tenho nada que me prove a existência de Deus e, mesmo assim, ele continua sendo o absoluto dos meus dias.

Nunca choveu maná no quintal da minha casa e a imagem que tenho da Virgem Maria nunca derramou uma lágrima.

O que tenho aqui é esta mão machucada, este dedo sangrando, este nó na garganta, este humano desconsolo,esta dor, esta cor e este olhar desconcertante de Deus, deixando-me sem jeito ao dizer que me ama...

Pe. Fábio de Melo

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