"Bom, agora que você saiu dessa postura séria, acho que o "toco" vem agora, não que eu faça de propósito pra te magoar ou coisa e tal, eu apenas vou falar, mesmo que errado ou incoerente, o que se passa aqui na minha cabeça: Voltamos a nos falar? Que bom. Mas, não boto fé que nossa amizade volte á ser como era antes, só se você me der estrutura para isso. Enfim, seja qual for o motivo da briga, besteira ou não, eu não esqueço e nem vou esquecer. Cheguei a sentir nojo de você, tanto é que te exclui do orkut, só para não ter que ver suas atualizações. E ainda me decepcionei, mesmo sem direito algum, por você não ter vindo atrás bem antes. E quando você deixou aquele recado pensei cinco vezes antes de responder. :/ Havia ensaido coisas para te dizer, mas não to conseguindo. Então, vou desabafar com você: Você me irrita. Sejá lá o que você faz, seja pouca ou muita coisa, me irrita. É inexplicavel. Não ocorre sempre, mas com uma frequência que não deveria acontecer. Você é igual minha irmã, mas não só na aparência. Vocês são lindas, as filhinhas perfeitas que respeitam seus pais e os mais velhos. Amigas de todo mundo, companheiras para todas as horas, boas na hora de dar conselho e o caralho a4. Pros de fora parecem metidas, mas são simpáticas com todo mundo. Populares. Não andão xingando com frequência. Estudiosas. Quando foram prestar vestibular poderiam até não ter certeza sobre o que queriam, mas foram lá, passaram e já estão quase terminando. São certinhas (querendo ou não, você é uma certinha). Preferidas da família. Ponto de refêrencia. Ponto de comparação. Sempre que alguém vai dar algum sermão utiliza a frase "você devia ser como ela...". São chatas as vezes com esse moralismo todo. São insuportaveis outras vezes. Todo mundo quer vocês e vocês querem todo mundo. São perfeitas. Mas, quando estão de TPM, ou quando resolvem o dia para ENCHER o saco de alguém, nossa, coitada da pessoa. Ninguém merece vocês e ao mesmo tempo merecem. Enfim, sabe o que diferenciava você da minha irmã, para mim? Contigo eu conversava. Zoava. Tu me contava coisas, eu te contava também. Você praticamente morava aqui em casa comigo, bastava ligar o computador e você tava aqui. A gente ria, cantava, brincava. Tudo o que eu fazia contigo, nunca fiz com ela. E isso era bom. Você é legal e minha. Foi minha. Esteve ao meu alcance, sempre. Quem diria. E quanto a chata da minha irmã? Se eu tivesse pelo menos um terço do relacionamento que tinha contigo, poderia chamá-la de minha irmã. Como não tenho, chamo-a apenas de meia irmã ou bastarda (nosso apelido carinho) ou só Camila, mesmo. Enfim, sabe aquilo de amar o que se odeia? Ou odiar o que se ama? Ou odiar algo mas não poder viver sem? É alguma merda assim que é mais ou menos o que quis dizer. Esse é o ponto. Eu não quero que você vá, quero sempre que você volte, que me procure e mesmo que eu diga que te odeio, você vai saber que eu te amo. Às vezes, quando eu me faço de dura ou finjo não me importar com os teus sentimentos, é meio que criando uma barreira para que eu possa te amar daqui e você possa me amar daí. Assim... algum dia, se você for embora, me deixar, eu não vou sofrer tanto, entende? Eu "bloqueio" as pessoas porque tenho medo que elas me deixem. Na verdade eu chego a ser cruel. Maltrato as pessoas para que elas fiquem sempre abaixo de mim, piso nelas antes de pisarem em mim. É uma espécie de defesa, sabe? Não precisa entender. Você só precisa saber. É como tu disse, mesmo que eu ame a pessoa mais que tudo na vida, eu falo e faço o que devo fazer, sem mais. E não é que eu saiba que "elas" de alguma maneira vão voltar pra mim. Eu não sabia que você voltaria. Eu apenas tiro meu foco e deixo as coisas acontecerem..."
De alguma maneira, isso me fez sentir especial. Porque embora eu seja irritante, você e algumas pessoas simplesmente sentem ALGO por mim! E isso faz toda a diferença.
Teeeeeeeeeeee amo!
ResponderExcluirTambém. Meu amor ç.ç
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